quarta-feira, 28 de outubro de 2015

RESENHA: A LIGA DOS ARTESÃOS


Título: A Liga dos Artesãos
Série: Alvores #1
Páginas: 272
Autor (a): Lauro Kociuba
Editora: Publicação independente (2015)

Sinopse: 
Elfos, anões, orcs, trolls, dragões, wargs. E se eles existiram de verdade? E se tudo começou a desaparecer quando a Era dos Homens teve início? E se, ainda hoje, houver remanescentes desses seres entre nós?
Alvores é uma história de realidade alternativa, inspirada principalmente em leituras de Neil Gaiman e suas conexões de fantasia e o mundo real, pelo autor. Imagine o nosso mundo atual, mesclando com ficção fantástica, onde existem cidades subterrâneas sob as capitais brasileiras mais precisamente Curitiba (PR); elfos que vivem ocultos entre os homens; descendentes de raças lutando entre si e criaturas fantásticas surgindo e desaparecendo em meio a pontos turísticos.
Todo esse universo é chamado de Alvores, os seres que surgiram na alvorada do mundo.
Acompanhe Tales, um filho de encantados, desvendando uma história envolta a uma trama secular: a luta pela sobrevivência de uma raça. Entre batalhas dos descendentes de alvores, a descoberta de existência de uma cidade inteira sob seus pés e a verdade por trás de vários fatos. O leitor irá, junto com o protagonista, conhecer máquinas de guerra incríveis, personagens com habilidades curiosas, tramas e mistérios ocorrendo nas praças, terminais ou mesmo nas ruas onde passamos diariamente. De modo gradativo e embasado, se estreita a fronteira entre a realidade e a fantasia no livro.
Veja o mundo com outros olhos!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

RESENHA: OS SENHORES DOS DINOSSAUROS


Título: Os Senhores dos Dinossauros
Páginas: 480
Autor (a): Victor Milán
Editora: DarkSide Books (2015)

Sinopse: 
Em “Os Senhores dos Dinossauros”, Victor Milán consegue materializar um sonho que milhares de leitores compartilham secretamente desde a infância: cavalgar os gigantes répteis pré-históricos, como o terrível Tiranossauro Rex. O romance se passa no Império da Nuevaropa, um continente claramente inspirado na Europa do século XIV. Cultura e costumes, religião, conflitos políticos, tecnologia e armamento são compatíveis com o último período da Idade Média. Mas neste mundo, construído pelos Oito Criadores, os dinossauros também fazem parte do arsenal de guerra.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

QUANDO O CARTEIRO PASSA... #5

Boa noite, galerinha!

Após muito tempo sem postar nessa coluna, decidi que já está na hora de mostrar pra vocês minhas novas (e muitas!) aquisições.
Nesse intervalo de tempo sem postar, eu adquiri uma boa quantidade de livros, sendo que alguns desses foram prêmios de uma aposta com a minha irmã.

Brevemente sairão as resenhas. Fiquem atentos!

Vamos ao trabalho!

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

RESENHA: O NOME DO VENTO

Título: O Nome do Vento
Série: A Crônica do Matador do Rei
Páginas: 656
Autor (a): Patrick Rothfuss
Editora: Arqueiro (2009)

Sinopse: 
Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso. Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano - os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.

Depois de suportar a insistência de muitas pessoas eu resolvi dar uma chance ao livro O Nome do Vento, do autor Patrick Rothfuss. Confesso que eu tinha meio que um pé atrás, pois li em algumas críticas que o livro não possuía muitas partes de batalhas, o que a meu ver é primordial para qualquer obra de literatura fantástica. Me arrependo (ou não) de não ter lido antes. Juntamente de O Protegido, Mistborn, O Último Reino e mais alguns, O Nome do Vento está entre meus livros favoritos.

Sem mais enrolações, vamos resenhar!

Kote é o humilde dono da Pousada Marco do Percurso, e além disso guarda um tremendo segredo.

Após aparições de criaturas estranhas nas redondezas da cidade, um cronista, recém-chegado e acolhido na pousada de Kote, suspeita que o hospedeiro seja o nome por trás de inúmeros feitos que se transformaram em histórias com o passar do tempo.

Por inúmeras razões, Kote decide revelar seu segredo para o cronista, que tem 3 dias para escrever a história que será contada pelo ruivo, com a condição de escrever todas as palavras que forem narradas sem nenhuma alteração.

"Já resgatei princesas de reis adormecidos em sepulcros. Incendiei a cidade de Trebon. Passei a noite com Feluriana e saí com minha sanidade e minha vida. Fui expulso da Universidade com menos idade do que a maioria das pessoas consegue ingressar nela. Caminhei à luz do luar por trilhas de que outros temem falar durante o dia. Conversei com deuses, amei mulheres e escrevi canções que fazem os menestréis chorar.
Vocês devem te ouvido falar de mim."

A história contada por Kote o faz relembrar de todos os acontecimentos pelo qual ele passou quando ainda era chamado de Kvothe.

Kvothe conta como sua família e a trupe com a qual viajam foram violentamente mortos pelo Chandriano, conta como foi dura a época em que perambulava com frio e fome pelos telhados da cidade de Tarbean, sem família e amigos para ajudá-lo.

Após anos vivendo como andarilho em Tarbean, Kvothe decide seguir seu sonho de ir para a Universidade, para que assim possa aprender o "nome do vento" e também descobrir mais coisas a respeito dos assassinos de seus pais.

Kvothe ingressa na Universidade de uma forma surpreendente. Já dentro da Universidade ele conhece Simmon e Wilem, dois garotos com os quais ele possui um forte laço de amizade. Kvothe também se reencontra com Denna, uma garota que ele conheceu enquanto pegava carona em uma carroça. Kvothe nutre uma paixão enorme por Denna.

Em pouco tempo na Universidade, Kvothe se mostra um aluno muito especial e um excelente músico, o que acaba despertando a inveja de Ambrose, um estudante de nível superior e muito, muito rico, que não medirá esforços para acabar com todos os planos de Kvothe.

Kvothe e o Chandriano.

Patrick Rothfuss me surpreendeu positivamente com seu estilo. Começo falando pelo modo genial como o autor construiu a narrativa, que intercala entre primeira e terceira pessoa, o que tornou a leitura muito agradável, separando bem as partes na qual a narrativa muda.

A criação dos personagens é outro ponto que merece destaque. Kvothe é um personagem ímpar, inteligentíssimo, cativante, orgulhoso e muito mais. A evolução do personagem no decorrer da trama é notável, sendo que o mesmo começa a perceber seus defeitos e qualidades. Vale destacar também a personalidade independente de Denna, que não é o estereótipo de "típica personagem feminina".

O livro tem um sistema de magia único, onde o autor usou elementos de química que precisam ser bem relacionados uns com os outros para que a magia funcione. O sistema de magia que envolve nomes também parece ser fantástico, mas isso é meio vago nesse primeiro volume, podendo ser melhor explicado no próximo livro da série.

Os 4 Cantos, mundo criado pelo autor, foi pouco explorado nesse primeiro livro, mas já conseguimos ter uma ideia de que o worldbuilding de A Crônica do Matador do Rei é excelente.

Rothfuss não se apega muito a detalhes, explicando somente o necessário para a compreensão do leitor.

A escassez de partes de ação é muito bem compensada com os esforços de Kvothe em relação aos estudos e a música.

A Editora Arqueiro está mais do que de parabéns! O trabalho feito e os cuidados tomados são excelentes, sendo que esse foi um dos poucos livros que eu li e encontrei pouquíssimos erros de revisão.

Avaliação:

            
  • O Nome do Vento - #1
  • O Temor do Sábio - #2
  • The Doors of Stone - #3 (esse é o motivo de eu não me arrepender de não ter lido antes)

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

HERÓIS #2 - RAGNAR LODBROK

Ragnar Lodbrok, um dos maiores heróis do povo viking (chamados de dinamarqueses pelo autor Bernard Cornwell) é o novo integrante da coluna Heróis.

Quem foi Ragnar Lodbrok?
Um dos mais populares heróis nórdicos do povo viking, Ragnar foi um exímio comandante, considerado uma praga para a França e a Inglaterra.

Seu sobrenome faz referências ao tipo de vestimentas que o herói costumava usar, podendo ser traduzido como "calças-peludas".

Vários dos contos que contam sobre Ragnar Lodbrok parecem ser originados de feitos de outros vários heróis vikings e sua comprovação histórica é motivo de discussão entre historiadores encarregados das pesquisas sobre o mito.

HERÓIS #1 - AQUILES

Boa noite, galerinha que lê o Bravura Literária!

Domingão, véspera de feriado e eu com milhares de ideias para encher o blog com um conteúdo bem interessante. A ideia da vez é ir postando semanalmente artigos sobre heróis (de quadrinhos, históricos, mitológicos e etc.) e criaturas fantásticas em geral.

Para inaugurar a nova coluna eu escolhi o herói grego Aquiles. Vamos começar?



Tétis era uma nereida, filha de Nereu e Doris, que teve sua mão disputada pelos deuses Zeus e Poseidon. O titã Prometeu, responsável por roubar o fogo dos deuses e entregá-lo aos homens, alertou a Zeus de uma profecia que dizia que Tétis geraria um filho que seria ainda maior que seu pai.